Bem Vindo!

Caros leitores

Sejam bem vindos ao blog Olhando nos Olhos. Aqui você saberá tudo sobre esse órgão tão importante do nosso corpo! Os olhos são muito importantes porque nos permitem admirar a beleza do mundo e da vida. Mas você nunca se perguntou como eles funcionam, não é mesmo? Pois agora suas dúvidas serão esclarecidas aqui, mostraremos todo o funcionamento deste órgão tão bonito e importante.

Fique de olho!
(Equipe Olhando nos Olhos!)
Anne, Gabriela P., Lara A., Marina S., Renato e Talita.

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O que é o olho?

O olho humano, como todos sabem, é responsável pela visão. A visão é um dos cinco sentidos que nos permite ter uma percepção do mundo. Há diferença na visão dos seres humanos e dos animais. A nossa visão é muito mais complexa, pois existem partes específicas para a percepção de luz e partes para detectar e interpretar as imagens captadas nos olhos. Com isso, podemos focalizar um objeto, controlar a quantidade de luz que entra e produzir uma imagem nítida de um objeto.

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Anatomia do Olho Humano

O que você vê nessa imagem é o globo ocular, que recebe este nome por ter a forma de um globo e fica dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Existem em seu exterior seis músculos que são responsáveis pelos movimentos oculares, e também três camadas aderidas entre si com a função de visão, nutrição e proteção. A camada externa é constituída pela córnea e a esclerótica, que servem para  proteção. A córnea é a parte transparente do olho que cobre a íris, e faz a refração da luz. Nos humanos, o ‘’poder de refração’’ da córnea é de aproximadamente 43 diopitrias. A camada média ou também conhecida como vascular é formada pela íris, a coróide e o corpo ciliar. A camada interna é constituída pela retina que é a parte nervosa. Existe ainda o humor aquoso que é um líquido incolor que existe entre a córnea e o cristalino. O humor vítreo é uma substância gelatinosa que preenche todo o espaço interno do globo ocular também entre a córnea e o cristalino. Tudo isso funciona para manter a forma esférica do olho.
O cristalino é uma lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada por movimentos dos músculos do corpo ciliar, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto.
A íris controla a quantidade de luz entrando no olho dilatando a pupila (quando quer aumentar a quantidade de luz) ou contraindo a pupila (para reduzir a quantidade de luz). A íris é a porção colorida do olho (olhos azuis, castanhos etc.) e sua cor é decidida geneticamente e é determinada pelo tipo e quantidade de pigmentos na íris do olho. A pupila é a região associada ao pequeno círculo do olho.
O olho ainda apresenta, as pálpebras, as glândulas lacrimais e os cílios. A função dos cílios é impedir a entrada de poeira e o excesso da luz.  as pálpebras. São responsáveis pela proteção dos olhos e para espalhar o líquido que conhecemos como lágrima, são produzidos nas glândulas lacrimais, sua função é espalhar esse líquido através dos movimentos das pálpebras lavando e lubrificando o olho.
Há também o ponto cego, que é o lugar de onde o nervo óptico sai do olho. É assim chamada porque não existem, no local, receptores sensoriais. Não havendo, portanto, resposta à estimulação.

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A retina e o nervo optico


Antes de tudo, precisamos esclarecer sobre a retina e o nervo optico, que são partes extremamente importante para a nossa visão.
 A retina é como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. retina consiste de milhões de bastonetes e cones. Quando estimulados pela luz proveniente do olho, os bastonetes e cones se decompõe quando expostos à luz. Quando estimulados esses receptores enviam impulsos para o cérebro (através do nervo óptico) onde a imagem é percebida. Existem três tipos de cones diferentes. Na retina, a interação desses sistemas de cones é responsável pela percepção das cores. Um tipo de cone é sensível ao azul e violeta, o outro ao verde e o terceiro ao amarelo. Uma das teorias para explicar a sensação da cores no ser humano sustenta que qualquer cor é determinada pela freqüência relativa dos impulsos que chegam ao cérebro provenientes de cada um desses três sistemas de cones, ou seja, a luz é percebida no cérebro num processo de adição de cores.
O nervo optico é responsável por mandar essa imagem invertida captada nos olhos para o cerébro e é lá que essa imagem vai ser interpretada.

Agora que já sabemos todos os componentes do olho humano e todas as suas funções, podemos partir para uma parte extremamente importante no conhecimento dos olhos: a formação da imagem.

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Formação da Imagem

Entender a formação da imagem não é nada complicado, principalmente sabendo dos conceitos que apresentamos aqui nas postagens anteriores. Pois bem, vamos começar analisando tudo isso na prática:
Você, agora, está olhando pra tela do computador, lendo tudo isso que está escrito nesse pequeno blog não é mesmo? Logo, você tem a imagem da tela do seu computador, que está mostrando esse blog. Você está lendo esse post. Vamos começar explicando de uma maneira mais simples: A luz emitida pelo objeto que você está olhando agora (no caso, o monitor) entra no seu olho, atráves do cristalino, formam uma imagem na retina que é mandada para o seu cérebro atráves do nervo optico e lá é onde vai ser interpretado. Pronto, é assim que você consegue ler tudo que está escrito aqui!
Mas vamos explicar isso de uma melhor maneira:
Nossos olhos são como uma câmara fotográfica. Ambos têm uma abertura para a passagem de luz, uma lente e um anteparo onde a imagem é recebida e registrada. Começa no cristalino, uma única lente convergente biconvexa (um meio transparente).  Vamos considerar precisamente situada a 5 mm da córnea e a 15 mm da retina. Quando os raios de luz provenientes de um objeto atravessam essa lente, sofrem refração (refração é quando os raios de luz alcançam uma superfície angular de outro material, meio transparente ou translucido,  eles mudam de direção.)e com isso forma uma imagem real e invertida localizada exatamente sobre a retina para que ela seja nítida. Na retina, acontece a percepção da luz e das cores, através dos bastonetes e dos cones. Essa percepção faz acontecer uma reação química, que tem por resultado impulsos elétricos. Esses impulsos elétricos contem as informações do que estamos vendo e vão para o nervo óptico, de lá pro cérebro, e aí no córtex visual há o processamento de uma inversão da imagem fazendo com que nós vejamos o objeto na sua posição normal. É assim que enxergamos. Simples, não?

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Três Dimensões

Percebemos o mundo numa visão tridimensional. A principal diferença entre o mundo bidimensional e o mundo tridimensional é uma dimensão conhecida como profundidade e a nossa visão permite ter essas noções de distância e relevo.  A noção de distância, a percepção de relevos e de profundidade vem da visão dos dois olhos que possuimos.
Note-se que os dois olhos estão situados a uma certa distância um do outro. Esses poucos centímetros de distância faz com que a imagem em uma das retinas seja diferente da imagem na outra retina. A superposição dessas duas imagens no cérebro permite perceber a profundidade e levar à noção de distância dos objetos.
 Existem pessoas que não conseguem ver essa terceira dimensão, porque o cerébro não consegue fazer a justaposição dessas imagens. Esse problema pode ser diagnosticado desde criança e pode ser corrigido com um tampão. Se a criança não procurar consertar esse problema, ela pode até anular a visão de um dos olhos.

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Anamolias da Visão

Os olhos que enxergam normalmente e com clareza são chamados de emetropes. Mas tudo isso que acabamos de ver não acontece em todos os mais de 6 bilhões de pessoas no mundo. A maioria das pessoas tem problemas na visão e muitas não exergam nada. O que acontece com a visão dessas pessoas?
Essas pessoas possuem anomalias na visão, que são diferente de doenças (que veremos mais adiante, como a catarata, glaucoma e etc.) Vamos falar sobre as principais: Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo.
É uma anomalia da visão que consiste em um alongamento do globo ocular.
Nesse caso há um afastamento da retina em relação ao cristalino, fazendo que a imagem seja formada antes da retina, tornando-a não nítida.
Para o míope, o ponto próximo, que é o ponto onde a imagem é nítida está a uma distância finita, maior ou menor, conforme o grau da miopia.
O míope tem grandes dificuldades de enxergar objetos distantes.
A correção da miopia é feita comumente com a utilização de lentes divergentes. Ela fornece de, de um objeto impróprio, uma imagem virtual no ponto remoto do olho. Esta imagem se comporta como objeto para o cristalino, produzindo uma imagem final real exatamente sobre a retina. Como podemos ver na imagem abaixo.

Na hipermetropia, há uma condição inversa da miopia, em que os raios de luz são focalizados após a retina. A hipermetropia mais comum é a axial, que se caracteriza pelo olho ser menor do que o normal. O hipermétrope vê melhor os objetos distantes, pois a imagem de objetos próximos é formada além da retina, fazendo com que aquelas imagens não sejam formadas com nitidez. Pode-se observar que quem tem este problema costuma colocar o jornal a certa distancia para poder  lê-lo.

A correção desse defeito é possível através da utilização de uma lente convergente. Tal lente convergente deve fornecer, de um objeto real, situado em um ponto próximo do olho, uma imagem que se comporta como objeto real para o olho, dando uma imagem final nítida.

No astigmatismo, o defeito é causado pela refração diferencial dos raios de luz. A córnea normal é um segmento perfeito, como uma esfera. A córnea de um astigmata apresenta diferentes raios em sua curvatura, em um lugar de um ponto focal, existirão dois, e por isso o individuo não conseguirá focalizar simultaneamente num mesmo plano, tudo o que se vê. Os astigmáticos geralmente queixam-se de dor de cabeça, dores constantes no globo ocular, sensação de peso e queimação dos olhos. A correção é feita com a utilização de lentes cilíndricas capazes de compensar tais diferenças entre os raios de curvatura.

Exitem também outras anomalias, como: presbiopia e estrabismo.
Na presbiopia, a pessoa tem sempre a sensação de vista cansada e isso acontece por causa do relaxamento dos músculos, com o envelhecimento da pessoa.
O estrabismo (chamado popularmente como ‘’vesgo’’) é quando há um desvio no eixo dos olhos, um defeito no paralelismo dos olhos. Essa anomalia pode ser corrigida com o uso de lentes prismáticas.

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Daltonismo

O daltonismo é um problema na percepção visual caracterizada pela dificuldade da percepção de algumas cores. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica.
Esse problema está geneticamente ligado ao cromossomo X, por isso ocorre mais frequentemente entre os homens (no caso das mulheres, será necessário que os dois cromossomas X contenham o gene anômalo).
Daltonicos apresentam dificuldade na percepção de determinadas cores primárias, como o verde e o vermelho, o que se repercute na percepção de outras cores, já que como vimos anteriormente que a luz é percebida no cérebro com a adição de cores. Esse problema é causado pela ausência ou menor número de alguns tipos de cones ou por uma perda da função parcial ou total destes, normalmente associada à diminuição de pigmento nos fotoreceptores que deixam de ser capazes de processar diferencialmente a informação luminosa de cor.

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Cegueira

Algumas doenças que levam a cegueira são:

Catarata – esta é uma obstrução no cristalino que impede que a luz chegue até a retina. Fica mais comum com a idade, mas bebês também podem nascer com catarata. Conforme vai piorando, ela pode necessitar de cirurgia para remover o cristalino e colocar lentes intraoculares.
Glaucoma – se o humor aquoso não for drenado corretamente, a pressão no olho aumenta. Isso faz com que as células e fibras nervosas na parte posterior do olho morram. Ela pode ser tratada com medicamentos e cirurgia.
Retinopatia diabética – pessoas com diabete podem ter um bloqueio nos vasos sangüíneos, vazamento e cicatrização que pode levar à cegueira. Ela pode ser tratada com cirurgia a laser.
Há muitas outras causas para a cegueira, como a deficiência de vitamina A, tumores, derrames, doenças neurológiccas, outras infecções, doenças hereditárias e toxinas.

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Algumas curiosidades…

Se você chegou até aqui, ótimo! Você já está bem informado sobre como é o nosso olho. Porém, que tal sairmos um pouco dessa parte e irmos para as curiosidades ?

Porque choramos?

Aposto que você já se perguntou o porque e como choramos não é?
Quando você está triste porque algo ruim aconteceu, quando fica emocionado e até mesmo fico feliz, saem lágrimas dos olhos. Porque?
Do ponto de vista fisiológico, as lágrimas de comoção são praticamente as mesmas que você derrama quando está cortando uma cebola e fica com os olhos irritados. Elas não passam de gotinhas produzidas pela glândula lacrimal e formadas por três camadas: uma película de gordura, mais externa, envolvendo o recheio de água, que fica sobre um filete de muco. São assim também as lágrimas lubrificantes ou basais, que servem para umedecer, nutrir e limpar a córnea, fabricadas numa média de 1 ou 2 microlitros por minuto (1 microlitro equivale a 1 litro dividido por um milhão). Mas há alguma diferença entre as lágrimas com função lubrificante, as que surgem como reflexo a um cisco, e as lágrimas emocionais?
Sim, há. O que mais intriga os cientistas em nossos dias é justamente esse terceiro tipo, exclusivo dos seres humanos: as lágrimas que são vertidas quando choramos para expressar algum sentimento. Ao contrário das basais e das reflexas, que têm um propósito bem definido, tais lágrimas não trazem nenhum benefício especial para a córnea ou para a superfície ocular. “Por que, então, o olho, motivado por uma emoção qualquer, produz uma secreção?”, pergunta o oftalmologista espanhol Juan Murube Del Castillo, da Universidade de Alcalá, em Madri. A hipótese mais plausível, segundo ele, é que o choro tenha surgido antes da linguagem falada, como uma expressão mímica para comunicar dor. “O homem já havia esgotado os recursos faciais – como movimentos musculares de levantar a sobrancelha ou de morder os lábios – para revelar estados anímicos de curiosidade, surpresa ou medo, por exemplo”, diz Murube. “Precisava escolher uma nova expressão no rosto para dizer ao outro que sentia dor. As lágrimas foram a melhor escolha.”
(Revista Superinteressante)

Luz Negra
A “luz negra”, geralmente observada em boates, na realidade emite uma pequena porcentagem de luz violeta e uma grande porcentagem de raios ultravioleta, invisível ao olho humano. Entretanto, alguns materiais denominados fotoluminescentes, absorvem os raios ultravioleta e devolvem ao ambiente raios com freqüências menores, na região do violeta. Essa fluorescência permite efeitos luminosos interessantes, como aqueles observados em boates.

Por que ficamos com os olhos vermelhos em fotos?
A pupila do olho é preta, mas fica avermelhada em fotos tiradas com “flash”. O olho humano é como uma câmara escura com um orifício, a pupila. Como, normalmente, a luminosidade é maior fora do que dentro do olho, nós enxergamos a pupila preta. Entretanto, o fundo do olho, a retina, é intensamente irrigado por vasos sanguíneos, o que lhe dá uma cor vermelho-alaranjada. Por isso quando uma luz intensa, como o “flash” de fotografia, entra no olho, a cor vermelha é preferencialmente refletida. Isso deixa a pupila avermelhada nas fotografias.

Holograma
Holograma refere-se a fotografias em três dimensões que contêm toda informação em cada porção da sua superfície. A palavra holograma tem origem grega e significa: holo = todo, inteiro e grama = mensagem, informação. Para produzir um holograma é usado um filme sensível à luz que registra a interferência de dois feixes de laser, sendo um do objeto, denominado feixe-objeto, e outro de luz difusa do laser, chamado feixe de referência. Esta interferência armazena toda a informação dos dois feixes de luz. Quando o filme processado é iluminado, ele recria o feixe objeto, criando uma imagem em três dimensões real.

Daltonismo e Guerra
Nas guerras, pessoas daltônicas muitas vezes foram usadas para descobrir camuflagens. O olho humano normal possui três tipos de células (os cones) que permitem diferenciar as cores entre si: uma delas é sensível à luz vermelha, outra é sensível à luz verde e outra, à azul. Essas três cores combinadas em maior ou menor intensidade resultam numa infinidade de tonalidades que enxergamos. O olho daltônico, entretanto, tem falta de um ou, em casos mais raros, de dois tipos de cones. Por isso, o daltônico não enxerga as mesmas cores que a maioria das pessoas enxergam. Como a maior parte dos objetos que vemos, na realidade, refletem luz de várias cores que, juntas, resultam na cor característica do material, para o daltônico, o verde de uma camuflagem não terá o mesmo tom do verde de uma mata.

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